Voz e participação política
Garantir a presença dos povos indígenas na construção das leis e decisões que afetam suas vidas.
A POLÍTICA
A voz dos povos indígenas de Mato Grosso
na Assembleia Legislativa
Conhecimento de causa, experiência institucional e preparo
para transformar representação em participação política.
Os povos indígenas estão presentes nos discursos, nas leis e nos debates públicos. Mas quase nunca ocupam, em igualdade, os espaços onde as decisões são tomadas.
Políticas são criadas. Projetos são aprovados. Recursos são definidos. E quem será diretamente afetado muitas vezes só fica sabendo depois.
Luciene Kayabi quer mudar essa realidade.
As leis estão sendo feitas para nós obedecermos. Elas também precisam ser feitas por nós.
Ter uma voz indígena na Assembleia Legislativa significa participar desde o início, apresentar propostas, discutir o orçamento, fiscalizar políticas públicas e construir decisões com quem conhece a realidade.
Não é apenas ocupar uma cadeira.
É participar das decisões.
Ser a voz dos povos indígenas de Mato Grosso não significa falar no lugar de cada comunidade.
Mato Grosso reúne diferentes povos, culturas, territórios, necessidades e projetos de futuro.
Nenhuma liderança pode transformar toda essa diversidade em uma única visão.
Luciene entende representação como presença e abertura de caminhos.
Seu papel é garantir que as comunidades sejam ouvidas, participem da construção das políticas públicas e tenham liberdade para defender suas próprias escolhas.
Representar não é substituir a voz das comunidades. É fazer com que essas vozes cheguem aos lugares onde as decisões são tomadas.
Luciene Kayabi é mulher indígena, nascida em Mato Grosso, e uma liderança reconhecida na defesa dos povos originários.
Sua caminhada alcançou projeção nacional e a levou aos espaços de decisão em Brasília, onde participa de debates e articulações sobre políticas públicas, autonomia, desenvolvimento, produção sustentável e direitos indígenas.
Luciene conhece a realidade das comunidades porque pertence a ela.
Também conhece as instituições, o processo político e os caminhos necessários para transformar uma necessidade em proposta, uma proposta em política pública e uma política pública em resultado.
Ela reúne vivência, conhecimento técnico, experiência institucional, capacidade de diálogo e firmeza para participar dos grandes debates de Mato Grosso.
Luciene não está entrando nesse debate para aprender a causa. Está pronta para representá-la.
Tem vivência, experiência
e preparo para representar
os povos indígenas de Mato
Grosso na Assembleia Legislativa.
A POLÍTICA?
Aldear a política não é usar a identidade indígena como imagem ou ornamentação de campanha.
É mudar quem participa das decisões e como essas decisões são construídas.
É fazer com que os povos indígenas deixem de ser apenas assunto e se tornem autores das políticas que afetam suas vidas.
É levar aos espaços de poder valores como escuta, participação coletiva, respeito às diferenças, responsabilidade e compromisso com as próximas gerações.
Os povos indígenas precisam estar nos espaços onde as leis, os programas e os orçamentos são discutidos.
Nenhuma política deve ser criada sem conhecer as diferentes realidades das comunidades.
Cada povo precisa ter liberdade para escolher como deseja viver, produzir e construir seu futuro.
As comunidades não podem receber decisões prontas. Precisam participar de sua construção.
Aldear a política não é fechar a política dentro de uma pauta.
É abrir espaço para novas vozes, conhecimentos e soluções.
Durante muito tempo, tentaram impor aos povos indígenas uma falsa escolha entre preservar sua identidade e buscar desenvolvimento.
Luciene defende
outro caminho.
Preservar uma cultura não pode significar manter comunidades sem saúde, educação, tecnologia, infraestrutura e geração de renda.
Desenvolver também não pode apagar identidades, desrespeitar territórios ou impor modelos que não foram escolhidos pelas comunidades.
A identidade é a raiz.
O desenvolvimento
é a possibilidade
de futuro.
Cada comunidade possui sua realidade. Algumas preservam seu modo tradicional de vida. Outras querem produzir, empreender e acessar novas tecnologias.
Todas têm o direito
de decidir.
Luciene defende
desenvolvimento
com identidade,
Garantir a presença dos povos indígenas na construção das leis e decisões que afetam suas vidas.
Defender atendimento digno, prevenção e políticas adequadas às realidades de cada comunidade.
Ampliar o acesso à educação e à formação profissional, valorizando culturas, línguas e conhecimentos indígenas.
Apoiar produção sustentável, tecnologia, assistência técnica e iniciativas escolhidas pelas comunidades.
Fortalecer a participação das mulheres indígenas e preparar novas gerações para liderar.
Defender acesso, conectividade, logística e serviços públicos para as comunidades.
Porque representação política precisa ter conhecimento de causa.
Porque os povos indígenas devem participar das decisões, não apenas receber decisões prontas.
Porque Luciene reúne identidade, experiência institucional, capacidade de diálogo e preparo político.
Porque defende a liberdade de cada comunidade para escolher seu caminho.
E porque sua candidatura nasce entre os povos indígenas, mas seu compromisso é com todo Mato Grosso.
O voto em Luciene não será apenas um gesto de representatividade. Será uma escolha por participação, competência e voz política.
NOSSA VOZ PRECISA ESTAR ONDE
AS DECISÕES SÃO TOMADAS
“Não quero falar no lugar das comunidades. Quero abrir caminhos para que elas participem e decidam seu futuro.
Minha candidatura nasce entre os povos indígenas, mas meu compromisso é com todo Mato Grosso.
Estou pronta para levar nossas propostas à Assembleia Legislativa.
Agora chegou a nossa vez.”
VOTE
A voz dos povos indígenas de Mato
Grosso na Assembleia Legislativa